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Scooby-Doo
Scooby-Doo (EUA/2002)
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"Tenha medo. Ou algo parecido."
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“Scooby-Doo, cadê você, meu filho?” Quem não se lembra dessas famosas palavras, proferidas com a característica voz do magricelo comilão Salsicha? Para os saudosistas em geral, Hollywood resolveu fazer mais uma de suas incontáveis adaptações para as telas e transformar o desenho de “Scooby Doo” em um longa metragem. Essa versão, que até pouco seria, no mínimo, muito trabalhosa, foi possível graças à sofisticação e a melhoria das imagens geradas pela computação gráfica. O resultado é um filme onde toda a “gangue” da Máquina Mistério é composta de atores reais, com exceção de um Scooby Doo 100% digital. A história, que parece ter sido tirada de um dos desenhos de Hanna-Barbera, não podia ser mais batida: um dono de um famoso parque de diversões (Rowan Atkinson, em pequena participação) chama Scooby Doo e seus amigos para descobrirem o que está fazendo os jovens visitantes da ilha serem hipnotizados, como se tivessem sofrido uma lavagem cerebral. A gangue, que estava brigada já há algum tempo, tem então de fazer as pazes para desvendar quem está por trás de tudo. Eles começam então a descobrir um estranho culto a demônios, que culminaria com a dominação do mundo por estas estranhas (e digitais) criaturas. Daí para a frente a diversão está em rever aquelas cômicas situações às quais já havíamos nos habituado no desenho, como Salsicha e Scooby parando a investigação para fazer um “lanchinho”, ou a velha tática de procurar pistas de Fred: “vamos no dividir. Daphne, Velma, vocês vêm comigo, Salsicha, você vai com o Scooby”. O filme ainda conta com uma estranha vantagem: é dublado. Isso mesmo. É quase impossível se encontrar uma vantagem em um filme ser dublado, mas nesse caso ela existe: Salsicha, Scooby e Fred têm as mesmas vozes do desenho. Isso, combinado com figurinos que também colocam os atores como verdadeiras caricaturas dos originais, é o ponto alto do filme (apenas Daphne não está tão parecida, mas Fred e Velma só faltavam ser coloridos a mão). Scooby Doo também está engraçadíssimo, mostrando que a computação gráfica está cada vez mais avançada e que ela veio para ficar (podem esperar, em pouco tempo filmes como “Final Fantasy”, totalmente criados no computador, se tornarão comuns). Os outros personagens da trama, incluindo os monstros digitais, servem apenas para decoração de fundo, e têm, no máximo, algumas poucas falas. Apesar de atuações não muito destacantes (Linda Cardellini e Matthew Lillard ganham créditos pela fidelidade aos personagens do desenho) e uma trama que peca pela falta de suspense, esse filme é recomendado para todas as crianças de coração que querem relembrar a infância e, até mesmo, para as crianças de hoje. Não se esqueça da pipoca.
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Gustavo Catão
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Comentários, Críticas e Curiosidades enviadas pelos Visitantes
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"Scooby um cachorro medoso que as vezes desvenda os misterios, outras vezes a turma, é um cão muito amado adoro os desenhos do scoby.
Salsicha seu dono, melhor amigo magrelo, descabelado e desleixado, as paixoesão as mesmas do seu parceiro, é criativo quando se esconde dos fantasma.
Fred o lider da turma, corajoso, sempre enfrentando misteriossempre fazendo par com a daphne
daphne a praticinha as vezes sequestadra pelos bandidos.
Velma jovem inteligente que descobre quase todos os misterios, gosto mesmo quando perde o seu oculos.
Umas frasses muito engraçada:
Eu teria conseguido se não fosse por aqueles garotos intrometidos.. . .
- Vilões sempre que desmascarados.
Scooby-dooby-doo-oo-oo! .
- Scooby-doo.
Scooby-doo, cadê você?
- Salsicha.
Que tal um lanchinho, scooby?
- Salsicha.
Talvez nós possamos ajudar a resolver esse mistério
- fred.
“ Vamos cair fora, turma!
- Fred.
Acho que finalmente estou começando a entender esse mistério
- velma.
Meus óculos.. . Não consigo ver sem meus óculos
- velma.
E para finalizar scooby doo te adorooooo. "
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visitante da Confraria
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