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"Sinédoque, New York é uma viagem no imaginário do escritor e diretor, Charlie Kaufman, conhecido por seu gosto pelo incomum, mas que desta vez, surpreende com a criação de uma obra-prima quase instantânea repleta de significados, como fúria, solidão, complexidade, dor, perdão paixão, poesia e amor. Sinédoque (sih-pescoço) – (doh-kee) é uma palavra cujo significado não é essencial para a compreensão do filme. Retrata a vida de Caden Cotard, diretor de teatro, ganhador de um prêmio, que resolve montar uma peça de teatro para contar sua própria estória de vida, cuja construção da peça dura 17 anos. Ele é um homem infeliz, hipocondríaco com reais problemas de saúde: Erupções cutâneas, convulsões, olhos secos, tremores e vitima de desordens intestinais. Sinédoque, New York é um enlouquecedor filme intelectual, mas é emocionalmente distante, como se estivessem olhando Kaufman em seus personagens pela ponta errada de um telescópio, e só poderia ver a sua dor. Escritor / diretor Charlie Kaufman constrói um mundo aparentemente a explorar e, em seguida, sobre o tempo que vai destruí-lo. Presumivelmente, o filme é sobre a decadência humana em suas múltiplas facetas: Física, ética, artística. É uma meditação sobre a criatividade, a falha, decrepitude e da iminência da morte. Caden (Philip Seymour Hoffman) é um homem profundamente deprimido. Um suburbano diretor de teatro, onde é auto-absorvido pelo trabalho, desligado da família, quando sua esposa, uma pintora de nini-quadros (Catherine Keener), o abandona e leva sua filha de 4 anos para Berlim. O roteiro segue mais ou menos para as convenções do realismo. Um filme para os amantes de arte, e conhecedor de teatro e obras cinematográficas. Se você esta em busca de um filme de ação, ficará decepcionado, pois veras uma história 100 dramática. Nota: 7,0."
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