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Jennifer Coolidge
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| Veja Também |
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Vício Frenético
Bad Lieutenant: Port of Call New Orleans (EUA/2009)
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É engraçado e até um pouco assustador que Nicolas Cage sempre se destaque ao interpretar viciados. Seja com o alcoólatra de “Despedida em Las Vegas”, que lhe rendeu um merecido Oscar, ou com o drogado tenente que ele incorpora neste ótimo “Bad Lieutnant”, Cage sabe mesmo dar profundidade ao vício. Some a isso a direção de Werner Herzog, em um filme inusitadamente surreal, e o resultado é um excelente longa policial, com boas doses de comédia e que passeia um pouco até pela farsa. O filme se passa na cidade de Nova Orleans, após os estragos do furacão Katrina.
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Deu a Louca em Hollywood
Epic Movie (EUA/2007)
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Eu ia dizer que o título nacional não tem nada a ver com o título original, “Epic Movie” (“Filme Épico”, em português). Mas, sinceramente, quem dá a mínima? O gênero da paródia, que recentemente tem produzido mais infâmias que sucessos (vide “Uma Comédia Nada Romântica”), ganha um concorrente peso pesado a uma das maiores porcarias a entrar nos cinemas ultimamente. A idéia neste filme, de dois dos criadores da série “Todo Mundo em Pânico”, é fazer um apanhado de grandes aventuras épicas dos cinemas nos últimos anos.
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Click
Click (EUA/2006)
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A idéia é parecida com a usada em “Todo Poderoso”, de 2003: um homem que recebe controle sobre toda a sua vida. Mas ao invés de termos um Jim Carrey cheio de caretas recebendo a visita de Deus em pessoa, aqui temos Adam Sandler como um arquiteto viciado em trabalho que descobre um controle remoto que controla todo o universo ao seu redor. Nos dois casos a trama avança para questionamentos sobre até onde o poder pode ser beneficial e como o excesso dele corrompe as escolhas da pessoa (no caso de “Click” isso acontece quando o controle começa a afetar as escolhas que o arquiteto faz em seu dia-a-dia).
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Robôs
Robots (EUA/2005)
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Dos mesmos criadores do divertidíssimo “A Era do Gelo”, “Robôs” prometia ser a grande produção de animação digital de 2005, já que a Pixar adiou seu “Carros” para 2006. Entretanto, o longa co-dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha não manteve as expectativas, se tornando uma das grandes decepções do ano. Além de não contar com nenhum tipo de inovação digital, o filme falha feio em seu roteiro. Se “A Era do Gelo” já tinha um roteiro repleto de clichês (animais de espécies diferentes se unido para levar uma criança para seus pais), este é ainda pior.
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Legalmente Loira
Legally Blonde (EUA/2001)
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“Legalmente Loira” é aquele típico filme que diverte e pode ser visto tanto como um bom passa-tempo quanto como uma sátira a questão de que toda loira é burra. O ponto alto do filme fica por conta da interpretação de Reese Witherspoon que praticamente leva o filme nas costas, ela fez com que outros personagens parecessem desprezíveis. O filme traz Reese Witherspoon no papel de Elle Woods, uma popular patricinha. Recém-formada em moda, Elle empolga-se ao imaginar que seu namorado, Warner (Matthew Davis), está preste a pedí-la em casamento.
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