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Marco Nanini
62 anos, nascimento dia 30 de abril de 1948

Marco Nanini

País de Nascimento: Brasil

Profissão: Ator/Atriz

Filmografia no Confraria de Cinema: Romance (2008) (Rodolfo), A Grande Família - O Filme (2006) (Lineu Silva), Lisbela e o Prisioneiro (2003) (Frederico Evandro), Apolônio Brasil - Campeão da Alegria (2003) (Apolônio Brasil), O Auto da Compadecida (2000) (Cangaceiro Severino), O Xangô de Baker Street (1999) (Mello Pimenta), Carlota Joaquina, Princesa do Brasil (1995) (D. João VI)

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Romance
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A Grande Família - O Filme (Brasil/2006)
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Lisbela e o Prisioneiro (Brasil/2003)
Não tem como negar que este novo filme de Guel Arraes lembra muito seus anteriores ("O Auto da Compadecida", de 2000, e "Caramuru A Invenção do Brasil", de 2001). A história de Lisbela apareceu pela primeira vez em um especial da Globo em 1993, indo depois parar no teatro, antes de ser adaptada para o cinema, e possui o mesmo estilo de filmagem, edição etc. As coincidências não param aí: os atores são quase os mesmos (Selton Mello, Marco Nanini, Virginia Cavendish, etc); a trilha mistura vários estilos e segue bem o ritmo do filme em todos os três; e todos possuem o mesmo tipo de sátiras e piadas. [Veja mais]
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Apolônio Brasil - Campeão da Alegria
Apolônio Brasil - Campeão da Alegria (Brasil/2003)
Assisti “Apolônio Brasil - Campeão da Alegria” no último dia do Festival do Rio e acho, que até por isso, gostei muito do que vi. Depois de duas semanas assistindo dramas pesados e perturbadores como “O Jovem Adão”, “Encontros e Desencontros”, “Elefante” e “Dogville”, nada melhor que assistir um delicioso filme como este. Coincidentemente, isso tem muito a ver com a trama do longa.
No filme, José Lewgoy (“Roberto Carlos em Ritmo de Aventura”) vive um executivo estrangeiro que após pesquisar o nível de alegria do ser humano descobriu que o já falecido Apolônio Brasil (Marco Nanini, de “Lisbela e o Prisioneiro”) tinha um percentual de alegres totalmente fora do comum. [Veja mais]
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O Xangô de Baker Street
O Xangô de Baker Street (Brasil/1999)
Algumas pessoas costumam dizer que uma grande vantagem de filmes brasileiros é que não temos que nos preocupar em ler legendas. Quem pensou que estaria livre das onipresentes letrinhas amarelas ou brancas embaixo do filme teve uma grande decepção ao assistir “O Xangô de Baker Street”, produção de Miguel Faria Júnior, baseado no best seller de Jô Soares. As legendas aparecem para traduzir ocasionais comentários em inglês e francês no filme, que ajudam a nos passar o ambiente cosmopolita da cidade do Rio de Janeiro na época do Império. [Veja mais]
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